Lisboa Minha Cidade

Lisboa Minha Cidade
Mirador de Santa Luzia
Mostrar mensagens com a etiqueta Pintores. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Pintores. Mostrar todas as mensagens

domingo, março 25, 2007

Una exposición muestra la influencia de Van Gogh en el nacimiento del expresionismo


ALEJANDRA VILLASMIL (EFE)
NUEVA YORK.- La pincelada animada y la luminosa paleta de Vincent Van Gogh dejaron una impresión profunda en los artistas del expresionismo de principios del siglo XX, según pone de manifiesto la exposición que ha abierto esta semana en Nueva York.

sexta-feira, março 16, 2007

Un desconcertante pintor mexicano muerto hace 40 años encandila a Nueva York


MADRID.- Esta es la historia de Martín Ramírez, pintor mexicano desconcertante, maldito a su pesar, jamás domesticado y pasto de amnesias colectivas. Transcurridos 40 años de su muerte regresa a las portadas que jamás visitó. Fue un mártir involuntario del crac del 29 y un enfermo mental recluido durante tres décadas.

Goya inédito

La muestra Iustitia. La Justicia en las Artes muestra desde hoy el retrato inédito de Goya José Antonio, Marqués de Caballero (1807), procedente del Museum of Fine Arts de Budapest (Hungría). Esta obra, que nunca antes se había expueso al público en España, es una de las cien que plasman las representaciones artísticas de la Justicia desde la Biblia hasta el siglo XXI con la arquitectura del futuro Campus de la Justicia. Son cuadros, grabados, abanicos y monedas de El Prado, la Gallería de los Uffizi de Florencia, el Institute Of Art Gallery de Londres y la Catedral de Sevilla.

segunda-feira, março 12, 2007

L'Annunciazione di Leonardo va a Tokyo


L'Annunciazione di Leonardo lascia gli Uffizi di Firenze. Stamattina sono iniziati i lavori di imballaggio dell'opera. Destinazione Tokyo, dove sarà il pezzo forte della mostra "La mente di Leonardo". Il prestito aveva suscitato forti polemiche, soprattutto per i rischi del viaggio. Critici soprattuttoil regista Franco Zeffirelli e il senatore di Forza Italia Paolo Amato, che, per protesta, si è incatenato a una colonna del museo di Firenze.

sábado, março 10, 2007

sábado, setembro 30, 2006

Esfinge

Os Três Estádios da Mulher (Esfinge), cerca de 1894
Óleo sobre tela, 164 x 250 cm
Bergen, Colecção Rasmus Meyer

Numa tese de 1985, sobre a utilização de trios de mulheres por parte de Munch, a estudante Monika Graen identificou os Três Estádios da Mulher (Esfinge) como sendo a obra germinal do artista a usar este motivo. A tela, actualmente na Colecção Rasmus Meyer, em Berger, foi pintada por volta de 1894 e xibida pela primeira vez naquele mesmo ano - com o título Esfinge - na Exposição de Estocolmo dos quadros do artista sobre o tema do amor. Na exibição de Berlim, em 1902, foi a peça central da sequência de «O Amor Floresce e Morre».

Os poucos esboços e estudos preliminares que foram publicados mostram que as três mulheres não foram projectadas como retratos de três mulheres individuais, mas sim (como o título mais tardio sugere) como uma representação artística visual dos conceitos de Munch relativamente aos diferentes aspectos da Mulher.

À esquerda, vemos a mulher do mar, da água, a ninfa da água que não presta atenção nenhum galanteio msculino. O seu cabelo gracioso imita os contornos harmoniosos da beira-mar e das ondas. Este tipo de mulher reaparece mais tarde em Separação e em outras obras.

No centro encontra-se uma mulher alta e nua, com as mãos atrás da cabeça e as pernas abertas, a fitar-nos com um esgar quase demoníaco. Existe algo de genuianamente alarmante nesta mulher. A sua expressão facial faz lembrar a de Madona, ams o seu cabelo ruivo, as sobrancelhas e lábios fictícios e a forma como segura a cabeça fazem lembrar o retrato de Dagny Juell (Ducha) Przybyszewska que Munch pintou um ano antes, e é a própria Monika Graen quem sugere ter o artista modelado esta imagem com base na figuar de Ducha.

A terceira mulher está mesmo ao pé dela, mas encontra-se meio envolvida pela escuridão da floresta. Tanto a irmã pesarosa de Munch, Inger, como Milly Thaulow, que aprece em Luar, podem ser vistas nesta mulher, e as suas semelhanças parecem ser confirmadas pela saia comprida e preta a cair no chão. Todavia tais semelhanças não são de facto tão importantes como o que Munch fez da mulher. Com os seus olhos aprofundados em sombras, ela tem algo de cadáver, e a linha preta que orla as figuras é igual à moldura de um anúncio necrológico.

Na quarta parte do quadro, do lado direito (cuja estrutura seccional faz lembrar a de variados precursores, de entre os quais os frescos que Hans von Marees realizou vinte anos antes), vemos um figura masculina de pé entre duas árvores. A sua cabeça está curvada, as suas características são simplificadas até ao ponto da geometricalidade decorativa e do cabelo penteado ao estilo de capacete, ou seja, o mesmo tipo de homem de Melancolia.

TASHEN

sexta-feira, setembro 29, 2006

O Grito

O Grito, 1893
Autor: Edvard Munch - Óleo, têmpera e pastel em cartão, 91 x 73,5 cm
Oslo, Nasjonalgalleriet
Neste quadro observamos o medo e a solidão do Homem num cenário natural que - longe de oferecer qualquer tipo de consolação - absorve o grito e o faz ecoar por detrás da baía até aos vultos sangrentos do céu. A baía, os pequenos barcos à vela e a ponte com a balaustrada cortando diagonalmente o quadro sugerem que o cenário era Nordstrand.
O diário de Munch contém uma passagem escrita em Nice durante um período de doença, em 1892, e o qual faz lembrar esta cena: "Estava a passear cáfora com dois amigos, e o Sol começava a pôr-se - de repente o céu ficou vermelho, cor de sangue. Parei, sentia-me exausto e apoiei-me a uma cerca - havia sangue e línguas de fogo por cima do fiorde azul-escuro e da cidade -os meus amigos continuaram a andar e eu ali fiquei, de pé, a tremer de medo - e senti um grito infindável a atravessar a Natereza."
Edições TASCHEN